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	<title>Arquivos Analic - Grupo Analic</title>
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		<title>Apolipoproteínas, Lipoproteína (a) e o Risco Cardiovascular</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Grupo Analic]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Jan 2026 19:22:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Analic]]></category>
		<category><![CDATA[Médico]]></category>
		<category><![CDATA[revista 2025]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A correta estimativa do Risco Cardiovascular é fundamental para os esforços de prevenção e a atenção dos profissionais de saúde para a melhoria deste prognóstico que pode evitar danos futuros ao paciente é constante. Visto que o início do processo aterogênico consiste na captura das partículas de lipoproteínas dentro das...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A correta estimativa do Risco Cardiovascular é fundamental para os esforços de prevenção e a atenção dos profissionais de saúde para a melhoria deste prognóstico que pode evitar danos futuros ao paciente é constante. Visto que o início do processo aterogênico consiste na captura das partículas de lipoproteínas dentro das paredes arteriais e que as partículas que podem sofrer esse aprisionamento são as que tem em sua composição a apolipoproteína B (apoB), cada vez mais a medida deste parâmetro laboratorial torna-se mais relevante na estimativa deste risco.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, a associação da apolipoproteína A (apoA) com as partículas de HDL e o transporte reverso do colesterol e seu efeito anti-aterogênico, bem como o crescente reconhecimento da Lipoproteína (a) (Lp(a)) como fator de risco independente mudaram o conceito de perfil lipídico e, em um número elevado de situações clínicas, as medidas clássicas de colesterol e frações podem ser insuficientes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A concentração de apoB circulante no lúmen das artérias é determinante para o número de partículas de colesterol que serão capturadas e depositadas nas paredes arteriais. Além da quantidade, o tamanho das partículas também é fator relevante para que se inicie o processo aterosclerótico. Por ser a medida do total de partículas aterogênicas circulantes a quantificação da apoB plasmática vem sendo cada vez mais considerada como o melhor marcador de risco cardiovascular, visto que representará a soma das partículas aterogênicas VLDL, LDL e Lp(a). </span><span style="font-weight: 400;">Em 2019 o conjunto robusto de evidências disponíveis em estudos epidemiológicos e ensaios clínicos randomizados foi suficiente para a Sociedade Europeia de Cardiologia declarar em seu guideline que a apoB é o marcador mais acurado de risco cardiovascular, superior ao Colesterol LDL e ao Colesterol Não HDL.</span><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Embora essas três medidas (LDL, Não HDl e apoB) tenham alta correlação, um estudo extenso, com mais de 200 mil pacientes e acompanhamento de 10 anos demonstrou que quando esses valores não concordam entre si, a apoB é o melhor marcador individual de risco e é ela que tem que ser levada em conta pelo clínico, independentemente do valor de triglicerídeos. A análise estatística dos dados desse estudo demonstrou que para um mesmo valor de apoB há grande variabilidade nos valores de triglicérides, LDL e não HDL e que a medida da apolipoproteína é a mais precisa na predição do risco cardiovascular futuro. Outros estudos confirmam que a discordância entre os parâmetros tradicionais e a apoB pode ser observado em até 18% das pessoas, não sendo, portanto, evento raro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O fato de que cada partícula aterogênica circulante possui uma molécula de apoB oferece uma informação valiosa para o clínico. É possível estimar o tamanho das lipoproteínas que tem o potencial de criar placas de colesterol nas paredes arteriais. Quanto menores essas partículas, maior o potencial aterogênico. A figura abaixo ilustra dois pacientes hipotéticos, em que a mesma concentração de colesterol circulante (100 mg/dl) pode ser mais aterogênica se estiver contida em um número maior de partículas, consequentemente com mais apoB (paciente da direita).</span></p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-431" src="https://grupoanalic.com.br/wp-content/uploads/2026/01/blogrevista25Artboard-12-300x200.png" alt="" width="300" height="200" srcset="https://grupoanalic.com.br/wp-content/uploads/2026/01/blogrevista25Artboard-12-300x200.png 300w, https://grupoanalic.com.br/wp-content/uploads/2026/01/blogrevista25Artboard-12.png 570w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A utilização da Lipoproteína (a) Lp(a) também vem aumentando nos últimos anos. As evidências epidemiológicas confirmam que seu aumento é um fator de risco independente para o desenvolvimento da aterosclerose e suas consequências. A prevalência de valores elevados de Lp(a) pode chegar a 30% dependendo da população estudada e, portanto, este é um fator de risco que não pode ser negligenciado. A Lp(a) tem ação pro-inflamatória e pro-calcificante, que pode ser explicada pelo transporte de fosfolípides oxidados, fato que torna maior seu potencial aterogênico. Com forte determinante genético, a concentração de Lp(a) permanece relativamente estável durante a vida, sendo pouco afetada por modificações de estilo de vida. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A maioria das diretrizes concordam que pelo menos uma vez na vida a pessoa deve realizar uma medida de sua Lp(a). Uma elevação deste parâmetro lipídico pode aumentar o risco cardiovascular do indivíduo, fato que pode ser mais relevante naqueles com risco moderado. Embora não se modifique com facilidade, a dosagem pode ser repetida em casos de doença renal, hepática, hipotireoidismo ou na pós menopausa. Embora ainda haja discordância o ponto de corte de 50 mg/dl é o mais aceito para indicar um valor elevado da Lp(a) plasmática. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Referências:</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Sniderman AD, et al. Discordance among apoB, non-high-density lipoprotein cholesterol, and triglycerides: implications for cardiovascular prevention. Eur Heart J. 2024</span></i></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Arrobas Velilla T,et al. Consensus document for lipid profile testing and reporting in Spanish clinical laboratories: What parameters should a basic lipid profile include? Rev Clin Esp (Barc). 2023 </span></i></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Reyes-Soffer G, et al. Lipoprotein(a): A Genetically Determined, Causal, and Prevalent Risk Factor for Atherosclerotic Cardiovascular Disease: A Scientific Statement From the American Heart Association. Arterioscler Thromb Vasc Biol. 2022 </span></i></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">De Oliveira-Gomes D, et al. Apolipoprotein B: Bridging the Gap Between Evidence and Clinical Practice. Circulation. 2024 </span></i></p>
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		<title>Quantificação do TSH e dos Hormônios Tireoidianos na Prática Clínica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Grupo Analic]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Jan 2026 19:20:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Analic]]></category>
		<category><![CDATA[Médico]]></category>
		<category><![CDATA[revista 2025]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Embora estejam entre os testes laboratoriais mais solicitados, inclusive por não especialistas em endocrinologia, a aplicação e a interpretação correta da quantificação do TSH e dos hormônios tireoidianos (HT) ainda gera dúvidas. Pensando nisso a Associação Americana de Tireoide (ATA) publicou uma revisão em 2023 destinada a melhorar a utilização...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Embora estejam entre os testes laboratoriais mais solicitados, inclusive por não especialistas em endocrinologia, a aplicação e a interpretação correta da quantificação do TSH e dos hormônios tireoidianos (HT) ainda gera dúvidas. Pensando nisso a Associação Americana de Tireoide (ATA) publicou uma revisão em 2023 destinada a melhorar a utilização destes testes por parte dos clínicos. Passamos a destacar algumas das principais recomendações do artigo:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Embora a maioria quase absoluta dos laboratórios utilizem metodologias de imunoensaios quimioluminescentes para a quantificação do TSH e dos HTs, </span><span style="font-weight: 400;">resultados obtidos em plataformas de diferentes fabricantes podem diferir em valores absolutos e requerem valores de referência método-específicos para a correta interpretação</span><span style="font-weight: 400;">. No mundo ideal um resultado de exame deveria ser comparável a outro, independentemente do local aonde fosse realizado. No mundo real, contudo, a situação é outra. Em 2017 a Federação Internacional de Química Clínica (IFCC) documentou o status da comparabilidade dos exames de TSH e T4 livre de 15 fabricantes distintos, demonstrando que, dependendo do caso, diferenças de até 50% nos resultados destes parâmetros poderiam ser encontrados na prática. É também por este motivo que os laboratórios devem explicitar claramente em seus laudos qual o fabricante de seus reagentes e quando houver eventual troca de metodologia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao fazer a comparação do resultado de seu paciente com o intervalo de referência o clínico deve lembrar que estes limites representam tipicamente o comportamento deste parâmetro em 95% de uma população de referência sem problemas de tireoide. </span><span style="font-weight: 400;">Importante levar em conta também que a variação intraindividual do TSH e dos HTs é menor que a variação na população, ou seja, acompanhara eventual oscilação dos valores anteriores do paciente é mais importante do que a comparação com os intervalos de referência.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O TSH é o mais sensível marcador do status da tireoide, pois a relação entre ele e o T4 livre é log-linear (pequenas mudanças do T4 livre causam grandes mudanças no TSH). Entretanto, o clínico deve estar atento para as situações em que o eixo hipotálamo/hipófise não esteja intacto. Nesses casos o TSH não irá refletir a função da tireoide. </span><span style="font-weight: 400;">Importante também lembrar que após uma alteração aguda (mudança de dose na reposição, tratamento com iodo radioativo, por exemplo) os níveis de TSH podem levar semanas ou meses para novamente voltarem a ser um reflexo fidedigno da função da glândula.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O T4 é o HT preferencial, pois é o principal hormônio produzido e secretado exclusivamente pela tireoide. 80% do T3 circulante é originado fora da glândula, pela conversão periférica do T4, sendo, portanto, influenciado por várias situações fisiopatológicas não tireoidianas</span><span style="font-weight: 400;">. Ambos circulam ligados a proteínas transportadoras (TBG, albumina e transtirretina) e a fração livre é considerada a expressão mais fidedigna da função hormonal, visto que é a forma ativa. No caso do T4 livre é amplamente reconhecida a sua superioridade em relação ao T4 total, mas essa realidade ainda não se aplica ao T3.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Devido a dificuldades analíticas, a medida da fração livre do T3 ainda não é superior ao T3 total, sendo esta mais reprodutível e precisa.</span><span style="font-weight: 400;"> A quantificação do T3 total tem pouco valor no hipotireoidismo, mas é útil nos casos de TSH suprimido com T4 livre normal, visto que no hipertireoidismo o T3 aumenta antes do que o T4, podendo esclarecer o caso. Um valor de T3 total baixo é achado frequente na doença não tireoidiana, podendo esclarecer um caso em que o TSH baixo não represente hipertireoidismo e sim um reflexo de doenças em outros órgãos.</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Ref.: Van Uytfanghe K, et al. Thyroid Stimulating Hormone and Thyroid Hormones (Triiodothyronine and Thyroxine): An American Thyroid Association-Commissioned Review of Current Clinical and Laboratory Status. Thyroid. 2023 </span></i></p>
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		<title>RESPONSÁVEL TÉCNICO DO GRUPO ANALIC LANÇA LIVRO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Grupo Analic]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Jan 2026 14:32:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Analic]]></category>
		<category><![CDATA[Médico]]></category>
		<category><![CDATA[revista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um resumo das experiências profissionais de 35 anos de carreira entre sala de aula e bancada de laboratório. Assim pode ser definido o livro O EXAME DE LABORATÓRIO NA HORA DA VERDADE, escrito por Rodrigo Flores e editado pela Medbook livros científicos. Dirigido a estudantes e profissionais da área de...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Um resumo das experiências profissionais de 35 anos de carreira entre sala de aula e bancada de laboratório. Assim pode ser definido o livro O EXAME DE LABORATÓRIO NA HORA DA VERDADE, escrito por Rodrigo Flores e editado pela Medbook livros científicos. Dirigido a estudantes e profissionais da área de saúde que tenham contato com exames de laboratório, tanto realizando quanto interpretando, o livro aborda como as bases da chamada Medicina Baseada em Evidências (MBE) pode agregar valor às análises laboratoriais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Muitos erros relacionados à exames ocorrem fora do laboratório, na seleção do melhor teste para cada situação clínica ou na interpretação correta dos resultados”, aponta Flores. Para ele, todas as partes envolvidas devem buscar reduzir esses erros, pois eles podem levar a atrasos em diagnósticos e mesmo tratamentos errados ou desnecessários. O caminho apontado pelo livro, segundo o autor, é o de utilizar os pilares da MBE, a epidemiologia clínica e a estatística, para que os contatos entre o solicitante e o laboratório possam ser mais assertivos e as melhores escolhas possam ser feitas, pensando sempre no bem-estar e na saúde do paciente. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo Flores, o livro pretende discutir e provocar o debate sobre os exames laboratoriais, incluindo os valores de referência e as “armadilhas” na interpretação de resultados, mostrando que os responsáveis pela escolha, pela realização e pela interpretação dos exames devem interagir constantemente, utilizando as melhores evidências disponíveis, a fim de que a tecnologia disponível hoje no mercado de diagnóstico laboratorial possa realmente fazer a diferença na vida das pessoas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O livro pode ser adquirido em vários sites especializados na internet, como a Amazon, mas também está disponível para compra nas unidades do grupo Analic e <a href="https://www.amazon.com.br/Exame-Laborat%C3%B3rio-Hora-Verdade-Evid%C3%AAncias/dp/6557831046/ref=sr_1_1?__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&amp;crid=OLTRMOTCGCZB&amp;dib=eyJ2IjoiMSJ9.8d7KCLfILgLvYkO-f5b-9bjeCmb8PQGoJ9otTY4omfhnwIrn5zOfeVT0jnP8GgnJ.sjIJQoHC2g72vUcR47r72kCvLh4Tqh1K2IbMS2NEutY&amp;dib_tag=se&amp;keywords=O+EXAME+DE+LABORAT%C3%93RIO+NA+HORA+DA+VERDADE&amp;qid=1768228072&amp;sprefix=o+exame+de+laborat%C3%B3rio+na+hora+da+verdade%2Caps%2C208&amp;sr=8-1&amp;ufe=app_do%3Aamzn1.fos.6a09f7ec-d911-4889-ad70-de8dd83c8a74">no site da Amazon.</a></span></p>
<p>Leia aqui um trecho exclusivo do livro:</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="" data-block="true" data-editor="b0sdd" data-offset-key="c261m-0-0">
<div class="public-DraftStyleDefault-block public-DraftStyleDefault-ltr" data-offset-key="c261m-0-0"><strong>O EXAME DE LABORATÓRIO NA HORA DA VERDADE</strong></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="b0sdd" data-offset-key="7149d-0-0">
<div class="public-DraftStyleDefault-block public-DraftStyleDefault-ltr" data-offset-key="7149d-0-0"><strong>Como a medicina baseada em evidências pode agregar valor às análises clínicas</strong></div>
</div>
<div data-offset-key="7149d-0-0"></div>
<div data-offset-key="7149d-0-0">
<div class="" data-block="true" data-editor="b0sdd" data-offset-key="c261m-0-0">
<div class="public-DraftStyleDefault-block public-DraftStyleDefault-ltr" data-offset-key="c261m-0-0"><em>Um médico analisa resultados de exames laboratoriais de seu paciente buscando, nos números ali expressos, respostas para suas dúvidas surgidas na consulta inicial. Essa cena repete-se milhões de vezes todos os dias em todos os cantos do mundo. Não há atividade médica individual mais volumosa do que a medicina laboratorial. A importância desse momento não é pequena. Grande parte das decisões que o clínico vai tomar em relação à saúde de seu paciente será baseada naqueles resultados.</em></div>
<div data-offset-key="c261m-0-0"></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="b0sdd" data-offset-key="6fpgl-0-0">
<div class="public-DraftStyleDefault-block public-DraftStyleDefault-ltr" data-offset-key="6fpgl-0-0"><em>O momento descrito acima é o final de um processo complexo e trabalhoso, que teve início quando o teste foi solicitado e a partir do qual começa o chamado ciclo laboratorial, que abrange as fases conhecidas como pré-analíticas, analíticas e pós-analíticas e envolve uma série de profissionais e equipamentos especializados que trabalham em prol da produção de resultados exatos e precisos. Conforme esperado em todo empreendimento humano, há possibilidade de erros nesse caminho. Para mitigá-los muito se tem investido em máquinas, treinamento, padronização e controle de processos. Os laboratórios que eram manuais e quase artesanais há algumas décadas, hoje são tecnológicos e, em alguns casos, industriais, conseguindo produzir mais e melhores exames, cada vez mais acurados. Os erros, entretanto, não desapareceram, apenas mudaram de localização no ciclo. </em></div>
<div data-offset-key="6fpgl-0-0"></div>
<div class="public-DraftStyleDefault-block public-DraftStyleDefault-ltr" data-offset-key="6fpgl-0-0"><em>As novas tecnologias possibilitaram o surgimento de milhares de tipos diferentes de exames e o excesso, sabemos, pode ser tão danoso quanto a escassez. Há dificuldades, tanto por parte dos solicitantes quanto pelos que realizam os testes, para manejar esses novos recursos e utilizá-los da melhor maneira possível. Para entendermos esse novo momento e seus desafios é necessário ampliar a visão para além das paredes do laboratório, adicionando duas novas etapas ao ciclo tradicional: a pré-pré-analítica e a pós-pós-analítica, pois são nelas que ocorre agora a maior incidência de erros relacionados à medicina laboratorial.</em></div>
</div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="b0sdd" data-offset-key="b1jsb-0-0">
<div class="public-DraftStyleDefault-block public-DraftStyleDefault-ltr" data-offset-key="b1jsb-0-0"><span data-offset-key="b1jsb-0-0"> </span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="b0sdd" data-offset-key="17h1e-0-0"></div>
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		<title>NOVA DIRETRIZ DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE DIABETES</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Grupo Analic]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Jan 2026 19:29:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Analic]]></category>
		<category><![CDATA[Médico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) atualizou suas diretrizes em Julho de 2024, incluindo algumas novidades que podem mudar algumas condutas em relação à doença. Para o Diagnóstico do Diabetes Mellitus (DM) novas possibilidades foram incluídas como critério para confirmação de um caso, conforme tabela abaixo: Para evitar o atraso...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) atualizou suas diretrizes em Julho de 2024, incluindo algumas novidades que podem mudar algumas condutas em relação à doença. Para o Diagnóstico do Diabetes Mellitus (DM) novas possibilidades foram incluídas como critério para confirmação de um caso, conforme tabela abaixo:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para evitar o atraso diagnóstico a SBD RECOMENDA a utilização de exames mais simples, evitando a curva glicêmica, mais onerosa e desconfortável ao paciente. Na presença de sintomas de hiperglicemia o diagnóstico da doença pode ser feito com:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Glicemia ao acaso, sem jejum, maior ou igual a 200 mg/dl ou</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Glicemia em jejum maior ou igual a 126 mg/dl e a HbA1C maior ou igual a 6,5% na mesma amostra em jejum.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">O uso do teste de sobrecarga oral (curva glicêmica) de 1h pode ser usado para diagnóstico do DM tipo 2. Estudos epidemiológicos demonstraram que o ponto de 1h é oferece um diagnóstico mais precoce e tem mais sensibilidade que o de 2h, tradicionalmente utilizado. O limiar para a glicemia 1h após ingestão de 75g de glicose é de 209 mg/dl, com um resultado igual ou superior a esse indicando o diagnóstico de DM, independente do resultado da segunda hora.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A triagem de assintomáticos deve ser realizada, segundo os critérios do quadro abaixo, utilizando-se como exames iniciais a glicemia de jejum e/ou a HbA1C, sendo o rastreio ideal a medida simultânea dos dois parâmetros na mesma amostra. Os casos de pré-diabetes por um ou dois desses exames devem ser confirmados com teste de tolerância de 1h.</span></p>
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		<title>PEPTIDEOS NATRIURÉTICOS (BNP E NT PRO BNP) NO PACIENTE AMBULATORIAL</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Grupo Analic]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Jan 2026 19:27:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Analic]]></category>
		<category><![CDATA[Médico]]></category>
		<category><![CDATA[revista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O peptídeo natriurético tipo B (BNP) ou o seu precursor NT-Pro BNP são úteis para diagnóstico e estratificação da Insuficiência Cardíaca. Seu uso no monitoramento do tratamento e na triagem de indivíduos em risco ainda precisa ser melhor estabelecido, mas já tem sido recomendado por algumas diretrizes. No geral ambos...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O peptídeo natriurético tipo B (BNP) ou o seu precursor NT-Pro BNP são úteis para diagnóstico e estratificação da Insuficiência Cardíaca. Seu uso no monitoramento do tratamento e na triagem de indivíduos em risco ainda precisa ser melhor estabelecido, mas já tem sido recomendado por algumas diretrizes. No geral ambos os exames podem ser utilizados, dependendo da disponibilidade local, mas em pacientes que fazem uso de medicamentos inibidores da Neprilisina deve ser utilizado o NT Pro BNP. A interpretação de ambos é a mesma, mudando apenas os valores de referência. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No cenário ambulatorial o desempenho diagnóstico desses exames tem algumas particularidades que merecem ser consideradas. As concentrações de BNP e NT Pro BNP são usualmente menores em pacientes ambulatoriais com insuficiência cardíaca crônica, podendo haver dificuldade na interpretação de resultados, principalmente em idosos. Comorbidades como obesidade, fibrilação atrial, doença renal crônica, entre outras, também afetam a avaliação desses resultados. Apesar disso, as sociedades científicas são unânimes em recomendar o uso no diagnóstico (principalmente na exclusão) e no prognóstico dos pacientes ambulatoriais. Para diagnóstico, a diretriz de 2021 da Sociedade Europeia de cardiologia (ESC) recomenda o uso do valor de referência de 35 pg/ml de BNP e de 125 pg/ml de NT-Pro BNP, sendo que com valores menores do que esses a Insuficiência Cardíaca Crônica é pouco provável. O Valor Preditivo Negativo com esses pontos de corte varia entre 94 e 98%. A confirmação do diagnóstico, porém, pode exigir ecocardiograma, pois há um número apreciável de comorbidades, algumas citadas acima, que aumentam os níveis séricos dos peptídeos natriuréticos. Atenção também em pacientes obesos, visto que esses indivíduos costumam ter valores menores de peptídeos natriuréticos circulantes.</span></p>
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		<title>VHS X PROTEINA C REATIVA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Grupo Analic]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Jan 2026 19:18:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Analic]]></category>
		<category><![CDATA[revista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em resposta a um processo inflamatório agudo ou crônico, estimulado por citocinas como a IL-6, o fígado produz as chamadas “proteínas de fase aguda”, dentre elas a Proteína C Reativa (PCR) que são marcadores muito sensíveis de processos inflamatórios, visto que podem aumentar mais de 100x o seu valor normal...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Em resposta a um processo inflamatório agudo ou crônico, estimulado por citocinas como a IL-6, o fígado produz as chamadas “proteínas de fase aguda”, dentre elas a Proteína C Reativa (PCR) que são marcadores muito sensíveis de processos inflamatórios, visto que podem aumentar mais de 100x o seu valor normal durante uma resposta inflamatória. Por sua vez, a velocidade de hemossedimentação, ou VHS, é um marcador indireto da existência dessas proteínas, principalmente o fibrinogênio, pois as hemácias acabam tendo a tendência de se agruparem mais durante a inflamação, tornando a sedimentação sanguínea mais rápida. Embora seja um exame consagrado na clínica o VHS carece de sensibilidade (demora para aumentar no início dos processos inflamatórios) e especificidade (pode aumentar em diversos estados não inflamatórios).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em alguns estudos retrospectivos foram demonstradas discordâncias em até 32% dos resultados dos dois exames, quando solicitados em conjunto. Na maioria desses casos demonstrou-se falso positivo no VHS e, quando ocorreu a elevação da PCR com valores normais de VHS, a maior parte desses pacientes tinha processos infecciosos ou inflamatórios. A demora em tornar-se alterado e a incapacidade de refletir processos inflamatórios menores limita o uso do VHS como um indicador de fase aguda em um número apreciável de casos. Por outro lado, os inúmeros interferentes, como a anemia, por exemplo, e a demora em voltar ao normal depois de um estado infeccioso também levam a interpretações errôneas do exame.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ainda existem pelo menos duas exceções importantes em que o VHS é superior a PCR:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Infecções ósseas ou articulares de baixo grau, como as que acontecem em próteses devido a bactérias pouco agressivas;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Alguns casos de Lupus, em que algumas citocinas inibem a produção de Proteína C Reativa.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Na imensa maioria das situações clínicas, no entanto, não há vantagem alguma na solicitação de VHS e a PCR deve ser o exame de escolha, sendo que em alguns países, como o Canadá, campanhas específicas foram realizadas e a diminuição da solicitação do VHS não demonstrou nenhum efeito prejudicial para os pacientes.</span></p>
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		<title>ALDOSTERONISMO NA HIPERTENSÃO – PERGUNTAS E RESPOSTAS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Grupo Analic]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Dec 2024 19:10:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Analic]]></category>
		<category><![CDATA[Médico]]></category>
		<category><![CDATA[revista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Porque o Aldosteronismo Primário é subdiagnosticado? Uma causa comum e tratável de hipertensão secundária, ligada também a maior risco de outros eventos cardiovasculares, como a fibrilação atrial, o Aldosteronismo Primário (AP) raramente é diagnosticado. Várias causas podem ser apontadas, dentre elas: Ainda existe uma ideia de que o AP é...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<ul>
<li aria-level="1"><b>Porque o Aldosteronismo Primário é subdiagnosticado?</b></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma causa comum e tratável de hipertensão secundária, ligada também a maior risco de outros eventos cardiovasculares, como a fibrilação atrial, o Aldosteronismo Primário (AP) raramente é diagnosticado. Várias causas podem ser apontadas, dentre elas:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Ainda existe uma ideia de que o AP é raro, mesmo que muitos levantamentos epidemiológicos demonstrem que essa forma de hipertensão secundária pode ser encontrada em até 10% dos hipertensos, embora apenas uma fração deles (em torno de 1 a 2%) sejam diagnosticados. A constatação de que não se trata de algo raro, portanto, é o ponto de partida para diagnosticarmos mais;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Os exames iniciais para a triagem de suspeitos (aldosterona e renina) eram pouco padronizados, tinham muitos interferentes e eram liberados em unidades diferentes, dependendo do laboratório, tornando difícil a interpretação dos resultados;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">O costume de relacionar AP com níveis baixos de potássio também atrapalha a identificação dos casos. Na verdade, os estudos vêm demonstrando que esse chamado sinal “clássico” de AP não está presente na maioria dos pacientes e outros sinais e sintomas devem ser considerados quando se elege um hipertenso para triagem.</span></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li aria-level="1"><b>Quais as consequências de atrasar o diagnóstico de AP?</b></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Um diagnóstico preciso e oportuno de aldosteronismo primário é crucial porque essa condição acarreta um risco muito maior de desfechos cardiovasculares adversos, como acidente vascular cerebral, infarto do miocárdio e fibrilação atrial, comparando com a hipertensão essencial. A situação atual de sub diagnóstico leva a um atraso na identificação desses casos, com o paciente sofrendo os danos de muitos anos de atividade da doença.</span></p>
<ul>
<li aria-level="1"><b>Como identificar mais pacientes com Aldosteronismo?</b></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">É necessário que se faça a triagem com os exames de Aldosterona e Renina em um número maior de hipertensos, principalmente nos casos de maior suspeita e probabilidade (listados no quadro abaixo). Entretanto, muitos autores e especialistas defendem que todo hipertenso deveria ter o seu perfil de aldosterona/renina avaliado antes de iniciar o tratamento. O fato é que os clínicos devem estar atentos a essa lacuna diagnóstica e ao custo que esse atraso na identificação dos casos está causando e considerar a solicitação mais frequente desses exames.</span></p>
<ul>
<li aria-level="1"><b>Qual a vantagem de utilizar a Renina Direta?</b></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">A utilização da medida direta da renina, ao invés da determinação indireta da sua atividade (atividade plasmática de renina) traz uma vantagem metodológica enorme. O exame da atividade plasmática exige um manuseio muito trabalhoso das amostras com a necessidade de rápido congelamento e transporte em baixíssimas temperaturas, o que torna muito difícil a sua realização com segurança de que o resultado esteja exato. A Renina direta pela metodologia de CLIA, utilizada na central técnica do Grupo Analic está sendo utilizada no mundo todo e é uma alternativa mais rápida e com menos interferentes.</span></p>
<ul>
<li aria-level="1"><b>Para qual laboratório encaminhar o paciente?</b></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Prefira os laboratórios do grupo Analic. Somos pioneiros na realização local dos testes de Aldosterona e Renina direta utilizando uma técnica padronizada mundialmente. Essa tecnologia exclusiva na região permite rapidez e assertividade diagnóstica, visto que os procedimentos de preparação para a coleta, manuseio de amostra e os valores de referência já estão validados por diversos centros de referência, inclusive no Brasil.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os casos suspeitos que devem ser investigados para Aldosteronismo:</span></p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">Hipertensão grave ou resistente</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">Hipocalemia inexplicada ou induzida por diuréticos</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">Hipertensão com massa adrenal</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">Hipertensão com apneia do sono</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">Hipertensão com fibrilação atrial</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">Forte histórico pessoal ou familiar</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<item>
		<title>Direto Ao Ponto: Detecção De HPV Alto Risco Por PCR-RT E A Prevenção Do Câncer De Colo Do Útero</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Grupo Analic]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Dec 2021 13:51:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Analic]]></category>
		<category><![CDATA[hpv]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O exame clássico de rastreamento do Ca de colo de útero, a citologia oncótica, não tem a sensibilidade necessária para ser um bom teste de triagem; Em 2020 a American Cancer Society (ACS) publicou uma nova diretriz sobre o tema e definiu o HPV alto risco feito por biologia molecular...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<ul>
<li>O exame clássico de rastreamento do Ca de colo de útero, a citologia oncótica, não tem a sensibilidade necessária para ser um bom teste de triagem;</li>
<li>Em 2020 a American Cancer Society (ACS) publicou uma nova diretriz sobre o tema e definiu o HPV alto risco feito por biologia molecular como o teste PREFERENCIAL para rastreamento de Ca de colo;</li>
<li>A faixa etária recomendada pela ACS é a de 25 a 65 anos, independente do seu histórico de atividade sexual ou vacinação prévia contra HPV e o intervalo preconizado é de 5 anos entre os exames;</li>
<li>Embora o uso do HPV alto risco como teste inicial de rastreio identifique mais falsos positivos o valor preditivo negativo desse teste é maior do que o da citologia;</li>
<li>Um resultado negativo no HPV alto risco significa que a paciente tem uma altíssima probabilidade (próxima a 100%) de não ter câncer de colo nos próximos cinco anos;</li>
<li>A baixa especificidade do exame molecular de HPV decorre da existência de muitas mulheres portadoras de infecções transitórias pelo vírus, que na sua imensa maioria não vão acarretar em lesões malignas futuras;</li>
</ul>
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			</item>
		<item>
		<title>Medicina Personalizada: o mapa genético auxiliando o clínico</title>
		<link>https://grupoanalic.com.br/medicina-personalizada-o-mapa-genetico-auxiliando-o-clinico/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Grupo Analic]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Nov 2021 15:22:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Analic]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Medicina Personalizada se utiliza dos novos métodos de análise molecular do genoma humano para administrar melhor o tratamento de doenças ou da predisposição às doenças apresentada pelo paciente. O clínico agora pode conhecer o mapa genético de seu paciente e tratá-lo como único. O acesso à “intimidade” das variações...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Medicina Personalizada se utiliza dos novos métodos de análise molecular do genoma humano para administrar melhor o tratamento de doenças ou da predisposição às doenças apresentada pelo paciente.</p>
<p>O clínico agora pode conhecer o mapa genético de seu paciente e tratá-lo como único. O acesso à “intimidade” das variações genômicas associadas a predisposições e resistências individuais pode auxiliar o médico na manipulação do ambiente em favor do paciente.</p>
<p>As variações naturais dos genes (polimorfismos) podem estar envolvidos no risco individual aumentado para determinadas patologias e na resistência individual a certos fármacos . O conhecimento prévio dessas alterações genéticas pode auxiliar a prática clínica, seja identificando pacientes com câncer de cólon e de mama que podem se beneficiar mais de novos tratamentos, seja para avaliar a maior probabilidade de recorrências em pacientes recém-diagnosticadas com câncer de mama, ou mesmo auxiliar a definir um tratamento de hipertensão em pacientes com cardiopatias hereditárias.</p>
<p>Um dos principais objetivos da medicina genômica é avaliar o risco individual nas principais doenças humanas. Elas são multifatoriais, com sua manifestação dependendo de muitos genes e do ambiente. Estudos realizados em várias patologias demonstraram que alguns polimorfismos (SNPs) comuns constituem fatores de risco, mesmo em doenças multifatoriais complexas.</p>
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