ALDOSTERONISMO NA HIPERTENSÃO – PERGUNTAS E RESPOSTAS

Por: Grupo Analic - Publicado em: 10 de dezembro de 2024

  • Porque o Aldosteronismo Primário é subdiagnosticado?

Uma causa comum e tratável de hipertensão secundária, ligada também a maior risco de outros eventos cardiovasculares, como a fibrilação atrial, o Aldosteronismo Primário (AP) raramente é diagnosticado. Várias causas podem ser apontadas, dentre elas:

  • Ainda existe uma ideia de que o AP é raro, mesmo que muitos levantamentos epidemiológicos demonstrem que essa forma de hipertensão secundária pode ser encontrada em até 10% dos hipertensos, embora apenas uma fração deles (em torno de 1 a 2%) sejam diagnosticados. A constatação de que não se trata de algo raro, portanto, é o ponto de partida para diagnosticarmos mais;
  • Os exames iniciais para a triagem de suspeitos (aldosterona e renina) eram pouco padronizados, tinham muitos interferentes e eram liberados em unidades diferentes, dependendo do laboratório, tornando difícil a interpretação dos resultados;
  • O costume de relacionar AP com níveis baixos de potássio também atrapalha a identificação dos casos. Na verdade, os estudos vêm demonstrando que esse chamado sinal “clássico” de AP não está presente na maioria dos pacientes e outros sinais e sintomas devem ser considerados quando se elege um hipertenso para triagem.

 

  • Quais as consequências de atrasar o diagnóstico de AP?

Um diagnóstico preciso e oportuno de aldosteronismo primário é crucial porque essa condição acarreta um risco muito maior de desfechos cardiovasculares adversos, como acidente vascular cerebral, infarto do miocárdio e fibrilação atrial, comparando com a hipertensão essencial. A situação atual de sub diagnóstico leva a um atraso na identificação desses casos, com o paciente sofrendo os danos de muitos anos de atividade da doença.

  • Como identificar mais pacientes com Aldosteronismo?

É necessário que se faça a triagem com os exames de Aldosterona e Renina em um número maior de hipertensos, principalmente nos casos de maior suspeita e probabilidade (listados no quadro abaixo). Entretanto, muitos autores e especialistas defendem que todo hipertenso deveria ter o seu perfil de aldosterona/renina avaliado antes de iniciar o tratamento. O fato é que os clínicos devem estar atentos a essa lacuna diagnóstica e ao custo que esse atraso na identificação dos casos está causando e considerar a solicitação mais frequente desses exames.

  • Qual a vantagem de utilizar a Renina Direta?

A utilização da medida direta da renina, ao invés da determinação indireta da sua atividade (atividade plasmática de renina) traz uma vantagem metodológica enorme. O exame da atividade plasmática exige um manuseio muito trabalhoso das amostras com a necessidade de rápido congelamento e transporte em baixíssimas temperaturas, o que torna muito difícil a sua realização com segurança de que o resultado esteja exato. A Renina direta pela metodologia de CLIA, utilizada na central técnica do Grupo Analic está sendo utilizada no mundo todo e é uma alternativa mais rápida e com menos interferentes.

  • Para qual laboratório encaminhar o paciente?

Prefira os laboratórios do grupo Analic. Somos pioneiros na realização local dos testes de Aldosterona e Renina direta utilizando uma técnica padronizada mundialmente. Essa tecnologia exclusiva na região permite rapidez e assertividade diagnóstica, visto que os procedimentos de preparação para a coleta, manuseio de amostra e os valores de referência já estão validados por diversos centros de referência, inclusive no Brasil.

Os casos suspeitos que devem ser investigados para Aldosteronismo:

Hipertensão grave ou resistente
Hipocalemia inexplicada ou induzida por diuréticos
Hipertensão com massa adrenal
Hipertensão com apneia do sono
Hipertensão com fibrilação atrial
Forte histórico pessoal ou familiar

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